©2015 por ana c. Meirelles e ateliê

        ouro preto - minas gerais 

31 3350-3015

mezanino

 

 

do italiano mezzanine, serve para ampliar espaços. entre o térreo e o primeiro andar, mezzanine  é o lugar de pausa do ateliê, com janelas de vidro, luminárias, divã, poltronas, olhos e ouvidos abertos. um convite à leitura de verbos que se fazem em imagens, palavras, vídeos, links que estão nos arredores da psicanálise e da cultura. ao subir a escada para o mezanino, é possível encontrar estantes das coisas que se fazem entre o sol nado e o sol posto, coleções permanentes, reservas provisórias, caixas e mais caixas de associação livre ao alcance. 

posts em destaque

a dança de clarice e guimarães

March 23, 2016

1/7
Please reload

posts recentes

24.9.2017

na manhã do próximo sábado de setembro, em encontro aberto, o ateliê de psicanálise e outras artes, fará a exibição do filme NUNCA ME SONHARAM, onde especialistas, educadores|as e, principalmente, jovens estudantes trazem uma narrativa sobre educação, escola e os seus tensionamentos. o convite é para assistirmos juntos ao filme e, também, para conversar sobre esse "roteiro" que é cotidiano para tantos. interrogar subjetividades, juventudes e desejo, em meio a um espaço, na maioria das vezes, conteudista e enrijecido, na sua lógica de funcionamento. 

para comentar o filme e contar suas histórias, convidamos Taiandir Penna, professor de sociologia na E.E. Dom Pedro II e E.E. Dom Silvério, Joel Penna, professor de matemática (Educação de Jovens e Adultos) na E.M. Monsenhor João Castilho Barbosa e vice-diretor E.E. Marília de Dirceu e Tamyres Maciel, professora de inglês na E.M. Major Raimundo Felicíssimo.      

________________________ 

Filme: Nunca me...

16.9.2017

iniciamos, nessa postagem, uma série de cartas, dobradas em imagens. cartas escritas no acontecido do ateliê, a partir do encontro com a letra (letter|lettre) de escritores e escritoras, que foram lidos nas nossas últimas passagens de página, com rumor e na alegria da casa aberta.

seja no silêncio de um tempo ou na leitura em voz alta, a escrita da portuguesa maria gabriela llansol, faz companhia nos passeios literários do ateliê, especialmente com o "cantores de leitura". e, para essa produção (ou invenção!) de cartas, é no encontro com "cantileno", onde a frase, "eis aqui a rua e a voz estranha que me escreve", repete melodicamente, feito uma cantiga macia, que a memória decora, que podemos fazer as cartas chegar, por aqui, através dessas imagens.

Em suma, o não dito expressa-se soberanamente

e pisa todas as coisas banais que encontra

a voz estranha que me escreve:

Sem rumor

não há amor

balbuciam todas as imagens que a seguem.

Compreendeis, a...

13.9.2017

era uma vez um animal chamado escrita, que devíamos, 
obrigatoriamente, encontrar no caminho; dir-se-ia, em 
primeiro, a matriz de todos os animais, em segundo, 
a matriz das plantas e, em terceiro, 
a matriz de todos os seres existentes. 
 constituído por sinais fugazes, tinha  milhares de paisagens,

e uma só face, nem viva, nem imortal.

não obstante, o seu encontro com o tempo

apaziguara a velocidade aterradora do tempo,

esvaindo a arenosa substância da sua imagem.

(maria gabriela llansol, causa amante)

em mais um giro da letra, o Ateliê de Psicanálise e Outras Artes, abre as portas para os seus encontros mensais de leitura, em voz alta. para o segundo tempo de 2017, voltamos, no dia 4 de setembro, com a escritura de Clarice Lispector, que traz, em companhia, Virgínia Woolf.

os 40 anos de publicação do livro "a hora da estrela", a  linda edição comemorativa da Editora Rocco, com ensaios inéditos sobre a escritora, pedaços de textos de Clarice, outros bilhetes, os arqu...

Please reload

December 10, 2019

November 12, 2019

October 24, 2019

October 1, 2019

September 9, 2019

Please reload

arquivo
Please reload