©2015 por ana c. Meirelles e ateliê

        ouro preto - minas gerais 

31 3350-3015

mezanino

 

 

do italiano mezzanine, serve para ampliar espaços. entre o térreo e o primeiro andar, mezzanine  é o lugar de pausa do ateliê, com janelas de vidro, luminárias, divã, poltronas, olhos e ouvidos abertos. um convite à leitura de verbos que se fazem em imagens, palavras, vídeos, links que estão nos arredores da psicanálise e da cultura. ao subir a escada para o mezanino, é possível encontrar estantes das coisas que se fazem entre o sol nado e o sol posto, coleções permanentes, reservas provisórias, caixas e mais caixas de associação livre ao alcance. 

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a dança de clarice e guimarães

March 23, 2016

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27.4.2018

deve ter sido após a perda do poema

que ela encontrara a viagem por mar,

que decidira perder a vida no mar,

não fazer mais nada com os poemas

e com o amor a não ser perdê-los no mar.

(marguerite duras, Emily L.)

iniciamos abril e, assim, atravessamos o mês, em companhia das cartas-poema de Emily Dickinson. escutar Dickinson para ler Marguerite. ouvir a voz do texto de Emily L. para compor cartas de amor e não, cadernos com bilhetes - os bilhetinhos com poema, trazidos por Gabriela Llansol, na tradução que faz de Emily Dickinson. um mar-poema.  

recolhendo livros para compor o outono, nos deparamos com a possibilidade das folhas, em pequenos gestos, para tecer um caderno em branco, capaz de suportar a escrita de cada um. Emily Dickinson costurava seus próprios cadernos, tecia à mão, aquilo, que em um depois, se tornaria poema - um livro por vir, nos lembra Maurice Blanchot.      

nesse movimento de tecer, recebemos o texto de Olga Penna - recolher folhas...

13.4.2018

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E eu nasci na sequência de um ritmo.

Eu nasci para acompanhar a voz, fazê-la percorrer um caminho.

De um lado a outro do percurso, não sei o que existe,

o caminho caminha,

eu deslumbro-me quando o tempo se suspende,

e me permite parar a contemplar o espaço sem tempo.

Como, de resto, é evidente, não tive intenção de conceber-me.

(Maria Gabriela Llansol, Onde vais drama-poesia?)

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neste VIII CiClo, a proposta é atravessar textos que vão possibilitar uma trajetória  pela constituição do sujeito, com vistas para leituras sobre o feminino, pensando relações que compõem a cidade, observando conceitos,

tais como a linguagem, o sintoma e o gozo.

é a partir do laço do corpo com o gozo, que interrogamos o lugar do Outro no corpo,

o corpo como coisa falante -- como isso gira e não para de fazer dobras na cidade e nos próprios corpos. olhando para as voltas de um corpo, iniciamos leituras -- possíveis -- sobre o feminino, su...

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December 10, 2019

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