©2015 por ana c. Meirelles e ateliê

        ouro preto - minas gerais 

31 3350-3015

mezanino

 

 

do italiano mezzanine, serve para ampliar espaços. entre o térreo e o primeiro andar, mezzanine  é o lugar de pausa do ateliê, com janelas de vidro, luminárias, divã, poltronas, olhos e ouvidos abertos. um convite à leitura de verbos que se fazem em imagens, palavras, vídeos, links que estão nos arredores da psicanálise e da cultura. ao subir a escada para o mezanino, é possível encontrar estantes das coisas que se fazem entre o sol nado e o sol posto, coleções permanentes, reservas provisórias, caixas e mais caixas de associação livre ao alcance. 

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a dança de clarice e guimarães

March 23, 2016

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23.3.2016

 

“As palavras são portas e janelas. Se debruçarmos e reparamos,

nos inscrevemos na paisagem”. (Bartolomeu Campos de Queirós)

 

levo a máquina de escrever à mesa, o silêncio aos poucos sussurra em mim... aproximar escritas. circular palavra. ler, escutar, falar. conhecer. experimentar.

uma segunda literária – portas e janelas abertas – iniciando as atividades do Ateliê de Psicanálise em 2016. início com tempo de início, tempo compartilhado com Clarice, Guimarães e outras leitoras e leitores.

Clarice dessa vez vem n’A hora da estrela e outros 12 títulos possíveis para essa história. chega marcando o mistério de um livro que não diz tudo, um livro que interroga e, na dúvida, nos apresenta Macabea sabendo sem saber que sabe, com tudo que ela não tem, com todas as suas perguntas sem resposta.

diante da personagem nordestina, vinda de um lugar outro, a possibilidade da costura com um sertão de Guimarães, que não é fixo, não é fora, caminha dentro da gente. de onde? para onde? qual o destino?

é um c...

O Clube de Leitura Clarice Lispector – a absolutamente só foi o motivo para trazer ao nosso Mezanino uma reportagem sobre a obra desta escritora importante para a literatura do século XX. O Clube, neste semestre, trabalha com leituras de trechos do primeiro livro da autora: Perto do Coração Selvagem, lançado em 1944, no Rio de Janeiro. A intenção dos encontros é se dedicar aos estudos e à vivência de uma escrita ainda pouco investigada pela academia e interessante à psicanálise. Mas por que a leitura de Perto de Coração Selvagem e não de outro livro da escritora? Pois então, é que a escolha veio de uma lembrança sensorial da coordenadora do Ateliê de Psicanálise, Cláudia Itaborahy, quando se lembrou de um livro de capa verde: “aos poucos, eu vou me revelando na escolha desse livro verde”, ela diz.

 

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Inspirada por uma passagem de James Joyce, “ele estava abandonado, feliz, perto do coração selvagem da vida”, a jovem Clarice pensa o título do seu primeiro livro. Perto do Coração Selv...

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November 12, 2019

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