©2015 por ana c. Meirelles e ateliê

        ouro preto - minas gerais 

31 3350-3015

 

 

 

Imagem: produção do ateliê

segunda literária

abrir para si o ler

mas é preciso cuidar da leitura,
porque a voz – se for incerta no seu deserto –

mata,

mata a leitura e o texto _______

o tom da voz

a não impostura das suas pausas de silêncio _____
é determinante para o cuidado fraterno

a ter com as figuras,
que estão por detrás de nós,
no seu desejo de abrir para si o Ler.

maria gabriela llansol,

os cantores de leitura.

com a virada de cada estação, mudanças na paisagem, o ateliê se propõe ao giro da letra, em leituras de textos que nos chamam a LER - que abrem os nossos olhos e ouvidos para a escrita em margens no litoral da literatura e da psicanálise.

na leitura de cartas, entrevistas, romances, crônicas e contos, filmes e fragmentos, na companhia de escritoras e escritores, que nos chamam, a estrada continua a ser percorrida, nesse mais além da palavra, em correspondência com textos de Roland Barthes, Jacques Lacan, Maurice Blanchot, Marguerite Duras, Llansol, etc. é nesse sentido, nessas lacunas do texto, que esbarramos em outras escritas que podem vir a compor os encontros de literatura e psicanálise, do ateliê, propondo passagens e paisagens.  

os encontros são gratuitos e abertos aos interessados.

acontecem, às 19:30, sempre nas primeiras segundas de cada mês!